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dc.creatorSimioni, Leonor-
dc.date.accessioned2016-08-30T17:58:14Z-
dc.date.available2016-08-30T17:58:14Z-
dc.date.issued2014-11-27-
dc.identifier.citationSIMIONI, Leonor. Contra a argumentalidade do singular nu do português brasileiro : evidência das construções passiva. In: Congresso Internacional de Letras da Universidade de Buenos Aires, VI, 2014, Buenos Aires, Argentina.Por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/riu/482-
dc.description.abstractO estatuto dos nomes nus singulares (NNS) do português brasileiro (PB) tem sido amplamente discutido na literatura recente em semântica formal. Este trabalho insere-se neste debate a partir da interface sintaxe-semântica, através da análise do comportamento sintático e semântico dos NNS em posição argumental de orações passivas. É sabido que o PB vem perdendo a marcação redundante de número, mas não de gênero, no interior do NP e em construções passivas e predicativas (Scherre, 1991): (1) a. As revistaØ fininhaØ. b. *O revista fininha. (2) a. As revistaØ são fininhaØ. b. As revistaØ foram compradaØ. Simioni (2010) mostra que a concordância de gênero no particípio depende da posição pré ou pós-verbal do argumento: argumentos in situ permitem concordância default nos elementos verbais, ao contrário de elementos em [Spec,IP]: (3) a. Foram compradaØ as revistaØ. b. Foi comprado as revistaØ. (4) a. As revistaØ foram compradaØ. b. *As revista Ø foi comprado. Schmitt e Munn (2002) analisam os NNS como DPs que projetam gênero, mas não número. Isto é: em princípio, deveriam poder disparar concordância de gênero em estruturas semelhantes a (3). No entanto, isto não acontece; mesmo falantes altamente escolarizados rejeitam categoricamente sentenças como (5a), preferindo as versões sem concordância como (5b): (5) a. *Foi comprada revista b. Foi comprado revista. Tomamos este comportamento como evidência de que os NNS não são DPs, mas sim NPs, seguindo Müller (2002). Como tais, os NNS não ocupam posições argumentais: são topicalizados quando em (aparente) posição de sujeito e pseudo-incorporados quando em posição de complemento verbal. A ausência da camada DP explicaria a impossibilidade de concordância. Além disso, a hipótese da pseudo-incorporação é plenamente compatível com o comportamento semântico dos NNS nessas posições.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Tatiane Oliveira (tatiane.oliveira@unipampa.edu.br) on 2016-08-30T17:55:43Z No. of bitstreams: 1 artigo_BsAs.pdf: 233753 bytes, checksum: b78e6ba9e7e70f701d72b148e39ae1a6 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-08-30T17:58:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 artigo_BsAs.pdf: 233753 bytes, checksum: b78e6ba9e7e70f701d72b148e39ae1a6 (MD5) Previous issue date: 2014-11-27en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade de Buenos Aires-
dc.subjectSingular nupt_BR
dc.subjectConcordânciapt_BR
dc.subjectPseudo-incorporaçãopt_BR
dc.subjectLíngua portuguesapt_BR
dc.titleContra a argumentalidade do singular nu do português brasileiro : evidência das construções passivas.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Lingüística Letras e Artes-Anais de Conferências , Resumos e Artigos

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