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dc.creatorLeipnitz, Guinter Tlaija-
dc.date.accessioned2019-04-01T16:27:18Z-
dc.date.available2019-03-20-
dc.date.available2019-04-01T16:27:18Z-
dc.date.issued2018-11-25-
dc.identifier.citationLEIPNITZ, Guinter Tlaija. Desnaturalizando a propriedade, do passado ao futuro: contribuição de perspectivas históricas para lutas dos movimentos sociais. In: CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN LATINOAMERICANA DE SOCIOLOGÍA RURAL (ALASRU), 10, 2018, Montevideo, Uruguay. Resumos […].Uruguay: Asociación Latinoamericana de Sociología Rural, 2019. p. 583. Tema: Ruralidades en América Latina: Convergencias, disputas y alternativas en el siglo XXI. Disponível em: http://alasru.org/congreso2018/ALASRU_2018__ISBN%20978_9974_8434_8_6.pdf. Acesso em 28 março 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://dspace.unipampa.edu.br:8080/jspui/handle/riu/3882-
dc.description.abstractEste trabajo expresa reflexiones provisionales que postulan la importancia de la deconstrucción de la naturalización de la propiedad privada, típica del capitalismo, así como de la necesidad de que cada vez más los movimientos sociales puedan apropiarse y contribuir con este debate. El filósofo inglés John Locke afirmaba que el derecho a la propiedad está en la raíz felicidad y prosperidad humana. Para él, el derecho a la propiedad viene de la interacción del hombre con la naturaleza, una interacción interesada, concretada como trabajo humano. la la apropiación de los recursos naturales por el hombre, mediada por su gasto de fuerza física y el intelecto, es el origen del derecho de propiedad. Pero esta apropiación no es ninguna intervención humana en la naturaleza: es una intervención productiva (mejoras). Por lo tanto, si alguien rodea un campo y justifica que lo hace más productivo, su derecho se legitima sobre los demás posibles usos existentes de esta tierra que no lo hacen - por lo demás, ni los reconoce como derechos. Así, la propiedad, supuestamente universal y sin adjetivos, es sólo una forma de concebirla (y practicarla), bastante reciente en la historia humana, y que es invocada recurrentemente para deslegitimar otros posibles derechos coexistentes sobre el acceso a los recursos de la naturaleza. La propiedad plena y exclusiva es una construcción social, un producto de las relaciones sociales humanas, históricamente constituidas, y por eso, localizables en el tiempo y en el espacio. Las diferentes manifestaciones concretas de los derechos de propiedad en el pasado atestigua la conflictividad y la cotidianidad de su efectividad. fundamental que los movimientos sociales, del campo y de la ciudad, puedan apropiarse de esta herramienta intelectual de deconstrucción de la propiedad, principalmente de sus sentidos hegemónicos, articulados y estampados diariamente por las clases dominantes y sus ideólogos. Parafraseado Ellen Wood, pensar alternativas futuras para la propiedad privada exclusiva y excluyente requiere conocer y reflexionar sobre sus alternativas en el pasado. nuestro objetivo es, así, explorar estos elementos de discusión, desde el lugar de producción del conocimiento que parte del campo de la historia, presentando casos de investigación (Brasil meridional, siglo XIX) en diálogo con la reciente producción historiográfica con respecto a construcción histórica de los derechos de propiedad.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pampapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSociologiapt_BR
dc.subjectMovimentos sociaispt_BR
dc.subjectDireito de propriedadept_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectSociologíapt_BR
dc.subjectMovimientos socialespt_BR
dc.subjectDerecho de propiedadpt_BR
dc.subjectHistoriapt_BR
dc.titleDesnaturalizando a propriedade, do passado ao futuro: contribuição de perspectivas históricas para lutas dos movimentos sociaispt_BR
dc.typeOutropt_BR
dc.publisher.initialsUNIPAMPApt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpt_BR
dc.description.resumoEste trabalho expressa reflexões provisórias que postulam a importância da desconstrução da naturalização da propriedade privada, típica do capitalismo, bem como da necessidade de que cada vez mais os movimentos sociais possam se apropriar e contribuir com este debate. O filósofo inglês John Locke afirmava que o direito à propriedade está na raiz da felicidade e prosperidade humana. Para ele, o direito à propriedade vem da interação do homem com a natureza, uma interação interessada, concretizada como trabalho humano. A apropriação dos recursos naturais pelo homem, mediada pelo seu dispêndio de força física e intelecto, está na origem do direito de propriedade. Mas esta apropriação não é qualquer intervenção humana na natureza: é uma intervenção produtiva (improvement). Logo, se alguém cerca um campo e justifica que torna-o assim mais produtivo, seu direito se legitima sobre os demais possíveis usos existentes desta terra que assim não o fazem – aliás, nem os reconhece como direitos. Assim, a propriedade, pretensamente universal e sem adjetivos, é apenas uma forma de concebê-la (e praticá-la), bastante recente na história humana, e que é invocada recorrentemente para deslegitimar outro possíveis direitos coexistentes sobre o acesso aos recursos da natureza. A propriedade plena e exclusiva é uma construção social, um produto das relações sociais humanas, historicamente constituídas, e por isso, localizáveis no tempo e no espaço. As diferentes manifestações concretas dos direitos de propriedade no passado atestam a conflitividade e cotidianidade de sua efetivação É fundamental que s movimentos sociais, do campo e da cidade, possam se apropriar desta ferramenta intelectual de desconstrução da propriedade, principalmente de seus sentidos hegemônicos, articulados e estampados diariamente pelas classes dominantes e seus ideólogos. Parafraseado Ellen Wood, pensar alternativas futuras para a propriedade privada exclusiva e excludente requer conhecer e refletir sobre suas alternativas no passado. Nosso objetivo é, assim, explorar estes elementos de discussão, desde o lugar de produção do conhecimento que parte do campo da História, apresentando casos de pesquisa (Brasil meridional, século XIX) em diálogo com produção historiográfica recente a respeito da construção histórica dos direitos de propriedade.pt_BR
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